No dia de seu aniversário,
um homem orou ao Pai,
pedindo um presente.
Então, ele ouviu,
dentro de si,
uma voz amorosa e sábia:
- Filho amado,
tenho lhe enviado
vários presentes...
Por que você não os abriu?
Pense, pense bem.
Pense no bem!...
domingo, 11 de julho de 2010
Alguns de meus livros infanto-juvenis prediletos!...
O menino do dedo verde (Maurice Druon)
A casa da madrinha (Lygia Bojunga)
Pollyanna (Eleanor H. Porter)
Olhando para o outro lado (Júlio Emílio Braz)
Raul da ferrugem azul (Ruth Rocha)
Chapeuzinho Vermelho (Charles Perrault)
Soprinho (Fernanda Lopes de Almeida)
A verdadeira história de Chapeuzinho Vermelho (Sandro Natalini)
Viva a poesia viva! (Ulisses Tavares)
A moça tecelã (Marina Colassanti)
Cinderela (Charles Perrault)
Fernão Capelo Gaivota (Richard Bach)
Onde tem bruxa tem fada (Bartolomeu Campos de Queirós)
O pequeno príncipe (Antoine de Saint-Exupéry)
O fantástico mistério de Feiurinha (Pedro Bandeira)
Branca de Neve (Irmãos Grimm)
O príncipe Cinderelo (Babette Cole)
Classificados poéticos (Rosena Murray)
Três lobinhos e o porco mau (Eugene Trivizas)
A bolsa amarela (Lygia Bojunga)
O homem que amava caixas (Stephen Michael King)
Leo e Albertina (Christine Davenier)
A casa da madrinha (Lygia Bojunga)
Pollyanna (Eleanor H. Porter)
Olhando para o outro lado (Júlio Emílio Braz)
Raul da ferrugem azul (Ruth Rocha)
Chapeuzinho Vermelho (Charles Perrault)
Soprinho (Fernanda Lopes de Almeida)
A verdadeira história de Chapeuzinho Vermelho (Sandro Natalini)
Viva a poesia viva! (Ulisses Tavares)
A moça tecelã (Marina Colassanti)
Cinderela (Charles Perrault)
Fernão Capelo Gaivota (Richard Bach)
Onde tem bruxa tem fada (Bartolomeu Campos de Queirós)
O pequeno príncipe (Antoine de Saint-Exupéry)
O fantástico mistério de Feiurinha (Pedro Bandeira)
Branca de Neve (Irmãos Grimm)
O príncipe Cinderelo (Babette Cole)
Classificados poéticos (Rosena Murray)
Três lobinhos e o porco mau (Eugene Trivizas)
A bolsa amarela (Lygia Bojunga)
O homem que amava caixas (Stephen Michael King)
Leo e Albertina (Christine Davenier)
terça-feira, 6 de julho de 2010
quinta-feira, 1 de julho de 2010
Futebol da Vida
Era uma vez um homem que adorava jogar futebol e escrever crônicas.
Um dia, ele decidiu unir seus dois amores. Então, ele começou a escrever um texto reflexivo sobre o Futebol da Vida.
“Há muitos e muitos anos, eu assisti a um filme americano sobre um professor especial, que lecionava com amor e paciência.
Suas aulas eram muito diferentes...
Esse professor ensinava a seus alunos a arte de comemorar os erros de seu time durante as partidas de futebol.
No princípio, ninguém entendia nada, porém ele esclarecia que os erros são grandes professores, que aperfeiçoam nosso desempenho. Na verdade, a mensagem implícita de um erro pode ser: “pegou na trave, tente de novo, você é capaz!”
No filme americano, o time em questão ia diminuindo gradativamente a quantidade das jogadas erradas em campo, incentivado pela torcida, que não o desacreditava em nenhum momento. Então, esse time simplesmente vencia a partida, para a alegria dos torcedores.
Hoje, percebo claramente que eu jogo o Futebol da Vida, pois entro em campo para vencer, mas vencer de modo a alcançar a vitória sobre mim mesmo.
E você?...
Já aprendeu que a vida é um jogo educativo?
Reflita...
Qual é o seu time?
Quem torce por você?
Quais são as suas faltas?
Quais são os seus gols?
No Futebol da Vida, nossa consciência é o nosso próprio juiz.”
Então, o homem concluiu sua crônica.
Ele venceu, venceu a página em branco.
Um dia, ele decidiu unir seus dois amores. Então, ele começou a escrever um texto reflexivo sobre o Futebol da Vida.
“Há muitos e muitos anos, eu assisti a um filme americano sobre um professor especial, que lecionava com amor e paciência.
Suas aulas eram muito diferentes...
Esse professor ensinava a seus alunos a arte de comemorar os erros de seu time durante as partidas de futebol.
No princípio, ninguém entendia nada, porém ele esclarecia que os erros são grandes professores, que aperfeiçoam nosso desempenho. Na verdade, a mensagem implícita de um erro pode ser: “pegou na trave, tente de novo, você é capaz!”
No filme americano, o time em questão ia diminuindo gradativamente a quantidade das jogadas erradas em campo, incentivado pela torcida, que não o desacreditava em nenhum momento. Então, esse time simplesmente vencia a partida, para a alegria dos torcedores.
Hoje, percebo claramente que eu jogo o Futebol da Vida, pois entro em campo para vencer, mas vencer de modo a alcançar a vitória sobre mim mesmo.
E você?...
Já aprendeu que a vida é um jogo educativo?
Reflita...
Qual é o seu time?
Quem torce por você?
Quais são as suas faltas?
Quais são os seus gols?
No Futebol da Vida, nossa consciência é o nosso próprio juiz.”
Então, o homem concluiu sua crônica.
Ele venceu, venceu a página em branco.
domingo, 20 de junho de 2010
Bolo Divino
(Uma receita para crer em Deus)
Ingredientes:
Uma porção de planetas
Um punhado de estrelas
Bilhões de seres humanos
Xícaras de fauna
Xícaras de flora
Várias colheres de Justiça e Bondade
Amor a gosto
Modo de Preparo:
Observe com humildade todos os ingredientes da receita.
Eles já estão prontinhos...
Você só precisa usufruir as maravilhas que Deus lhe concedeu.
Sirva a todos!
Ingredientes:
Uma porção de planetas
Um punhado de estrelas
Bilhões de seres humanos
Xícaras de fauna
Xícaras de flora
Várias colheres de Justiça e Bondade
Amor a gosto
Modo de Preparo:
Observe com humildade todos os ingredientes da receita.
Eles já estão prontinhos...
Você só precisa usufruir as maravilhas que Deus lhe concedeu.
Sirva a todos!
segunda-feira, 14 de junho de 2010
Saulo Pereira
A família Pereira ― pai, mãe, filhos, cachorro e avó ― resolveu passar as férias na praia. Eles viajaram de carro por algumas horas até chegar ao apartamento da família. Já era tarde. Lá, ocorreu um fato que mudaria a vida de todos.
― Eu não acredito! Eu esqueci as chaves do apartamento. A culpa é toda de vocês!... ― acusou o Sr. Saulo Pereira.
As crianças começaram a chorar, a avó pôs as mãos na cabeça, a esposa sentou-se no chão, o cachorro começou a latir.
O Sr. Saulo Pereira não gostou da reação da família.
― Como sempre, você não estão ajudando em nada!
Neste momento, apareceu Paulo, um jovem meigo e bondoso, no corredor. Ele e sua família haviam se mudado recentemente para o condomínio.
― Com licença, posso ser útil em alguma coisa? ― indagou o rapaz.
A avó aproximou-se do jovem no intuito de pedir ajuda.
―Nós esquecemos a chave, meu filho.
O jovem refletiu em torno da situação. Ele foi tomado de carinho por aquela família que ele nem ao menos conhecia.
― Acho que posso ajudar, vó...
O Sr. Saulo Pereira não gostou do rapaz.
― Desculpe, rapaz, mas o herói desta história sou eu. Além disso, esta família é minha! As férias são minhas! A vida é minha! E, acima de tudo, e até acima de todos, este apartamento luxuoso é meu!
A família Pereira permanecia em silêncio. Todos tinham medo do Sr. Saulo Pereira, que não havia esquecido apenas as chaves. Ele esquecera a esposa, os filhos, a mãe, o cachorro...
O rapaz não desistiu de ajudar a família.
― Senhor, nós não possuímos nada. Quando morremos, ficam aqui as joias, os apartamentos, os carros, o dinheiro. Mas levamos conosco as lições do Amor e do Bem. Tudo isso eu aprendi com...
O Sr. Saulo Pereira interrompeu o rapaz, pois ficou irritado com as suas palavras.
― Eu dispenso suas lições de moral, garoto!
O restante da família apreciava as ideias do rapaz, que parecia fazer parte da família. O Sr. Saulo Pereira, ao contrário, cultivava valores distintos. Ele não se preocupava em ser um homem de bem, mas um homem de bens. Mas o jovem havia plantado uma semente em seu coração, uma semente que se juntou a outras e mais outras...
― Nós vamos para um hotel. Venham comigo! ― ordenou o Sr. Saulo Pereira.
A família partiu, mas o encontro entre o Homem Velho e o Homem Novo jamais seria esquecido, pois nós realmente precisamos nos banhar nas águas da transformação pelo Amor!...
― Eu não acredito! Eu esqueci as chaves do apartamento. A culpa é toda de vocês!... ― acusou o Sr. Saulo Pereira.
As crianças começaram a chorar, a avó pôs as mãos na cabeça, a esposa sentou-se no chão, o cachorro começou a latir.
O Sr. Saulo Pereira não gostou da reação da família.
― Como sempre, você não estão ajudando em nada!
Neste momento, apareceu Paulo, um jovem meigo e bondoso, no corredor. Ele e sua família haviam se mudado recentemente para o condomínio.
― Com licença, posso ser útil em alguma coisa? ― indagou o rapaz.
A avó aproximou-se do jovem no intuito de pedir ajuda.
―Nós esquecemos a chave, meu filho.
O jovem refletiu em torno da situação. Ele foi tomado de carinho por aquela família que ele nem ao menos conhecia.
― Acho que posso ajudar, vó...
O Sr. Saulo Pereira não gostou do rapaz.
― Desculpe, rapaz, mas o herói desta história sou eu. Além disso, esta família é minha! As férias são minhas! A vida é minha! E, acima de tudo, e até acima de todos, este apartamento luxuoso é meu!
A família Pereira permanecia em silêncio. Todos tinham medo do Sr. Saulo Pereira, que não havia esquecido apenas as chaves. Ele esquecera a esposa, os filhos, a mãe, o cachorro...
O rapaz não desistiu de ajudar a família.
― Senhor, nós não possuímos nada. Quando morremos, ficam aqui as joias, os apartamentos, os carros, o dinheiro. Mas levamos conosco as lições do Amor e do Bem. Tudo isso eu aprendi com...
O Sr. Saulo Pereira interrompeu o rapaz, pois ficou irritado com as suas palavras.
― Eu dispenso suas lições de moral, garoto!
O restante da família apreciava as ideias do rapaz, que parecia fazer parte da família. O Sr. Saulo Pereira, ao contrário, cultivava valores distintos. Ele não se preocupava em ser um homem de bem, mas um homem de bens. Mas o jovem havia plantado uma semente em seu coração, uma semente que se juntou a outras e mais outras...
― Nós vamos para um hotel. Venham comigo! ― ordenou o Sr. Saulo Pereira.
A família partiu, mas o encontro entre o Homem Velho e o Homem Novo jamais seria esquecido, pois nós realmente precisamos nos banhar nas águas da transformação pelo Amor!...
sexta-feira, 11 de junho de 2010
Alguns de meus filmes prediletos:
Sociedade dos poetas mortos (1989)
O contador de histórias (2009)
Mais estranho que a ficção (2006)
Orquestra dos meninos (2007)
A corrente do bem (2000)
Escritores da liberdade (2007)
O presente (2006)
Chico Xavier (2010)
Uma mente brilhante (2001)
Ilha das flores (1989)
A vida é bela (1997)
Escola da vida (2005)
Ao mestre com carinho (1967)
Em breve, algumas de minhas obras literárias preferidas!
Aguarde...
Sociedade dos poetas mortos (1989)
O contador de histórias (2009)
Mais estranho que a ficção (2006)
Orquestra dos meninos (2007)
A corrente do bem (2000)
Escritores da liberdade (2007)
O presente (2006)
Chico Xavier (2010)
Uma mente brilhante (2001)
Ilha das flores (1989)
A vida é bela (1997)
Escola da vida (2005)
Ao mestre com carinho (1967)
Em breve, algumas de minhas obras literárias preferidas!
Aguarde...
quarta-feira, 9 de junho de 2010
quinta-feira, 3 de junho de 2010
Poema da Fidelidade
Meu amor não cabe no poema.
Extravasa os versos,
Subverte as estrofes,
Confunde a métrica!...
Meu amor não cabe no poema.
Não quer a Lira,
Dispensa o Trovador,
Silencia o recital!...
Meu amor não cabe no poema.
Meu amor não cabe em mim.
Meu amor não tem cabimento!...
Meu amor
... só cabe a você!...
Extravasa os versos,
Subverte as estrofes,
Confunde a métrica!...
Meu amor não cabe no poema.
Não quer a Lira,
Dispensa o Trovador,
Silencia o recital!...
Meu amor não cabe no poema.
Meu amor não cabe em mim.
Meu amor não tem cabimento!...
Meu amor
... só cabe a você!...
domingo, 30 de maio de 2010
Dr. Smile
Certa vez, uma jovem rebelde adoeceu e sua família a levou imediatamente para um hospital a fim de que a moça fosse medicada.
Dr. Smile encontrou a moça prostrada na cama.
― Letícia, eu vim para examiná-la...
Dr. Smile sorria, sorria.
― Como você tem passado?
A moça sentou-se na cama.
― Eu estou muito cansada, doutor. Eu queria ficar aqui deitada a minha vida toda...
Dr. Smile sorria, sorria.
― O que você está sentindo?
A jovem mostrou-se magoada e agressiva.
― Eu sinto ódio dos meus pais, dos meus professores. Eu sinto ódio dos meus colegas, eu sinto ódio de mim, eu sinto ódio da vida!
Dr. Smile começou a examinar a jovem.
― Diga trinta e três...
― Trinta e três.
Dr. Smile passou a ouvir o coração da moça.
― Está quase vazio... ― afirmou Dr. Smile.
A jovem não estava entendendo nada.
― Eu vou ficar boa?
Dr. Smile sorria, sorria, sorria.
― Você precisa ficar boa...
A jovem pediu ajuda ao médico, que lhe inspirava segurança.
― Somente uma receita poderá fazer com que você fique boa...
― Que remédio eu devo tomar?
Dr. Smile sorria, sorria, sorria, sorria.
― Você precisa de muitas gotas de bondade e de alegria, além de pílulas de paz.
A moça teve esperança.
― Onde eu posso encontrar esses medicamentos?
Dr. Smile sorria ainda mais.
― Dentro de você!...
― Mas eu me sinto tão vazia...
Dr. Smile era só sorrisos.
― Minha irmã, todos nós podemos ficar cheios de Deus. Procure-O dentro de você. Deus pode ser a nossa farmácia!...
Enfim, a jovem sorriu.
Dr. Smile encontrou a moça prostrada na cama.
― Letícia, eu vim para examiná-la...
Dr. Smile sorria, sorria.
― Como você tem passado?
A moça sentou-se na cama.
― Eu estou muito cansada, doutor. Eu queria ficar aqui deitada a minha vida toda...
Dr. Smile sorria, sorria.
― O que você está sentindo?
A jovem mostrou-se magoada e agressiva.
― Eu sinto ódio dos meus pais, dos meus professores. Eu sinto ódio dos meus colegas, eu sinto ódio de mim, eu sinto ódio da vida!
Dr. Smile começou a examinar a jovem.
― Diga trinta e três...
― Trinta e três.
Dr. Smile passou a ouvir o coração da moça.
― Está quase vazio... ― afirmou Dr. Smile.
A jovem não estava entendendo nada.
― Eu vou ficar boa?
Dr. Smile sorria, sorria, sorria.
― Você precisa ficar boa...
A jovem pediu ajuda ao médico, que lhe inspirava segurança.
― Somente uma receita poderá fazer com que você fique boa...
― Que remédio eu devo tomar?
Dr. Smile sorria, sorria, sorria, sorria.
― Você precisa de muitas gotas de bondade e de alegria, além de pílulas de paz.
A moça teve esperança.
― Onde eu posso encontrar esses medicamentos?
Dr. Smile sorria ainda mais.
― Dentro de você!...
― Mas eu me sinto tão vazia...
Dr. Smile era só sorrisos.
― Minha irmã, todos nós podemos ficar cheios de Deus. Procure-O dentro de você. Deus pode ser a nossa farmácia!...
Enfim, a jovem sorriu.
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