Pombinha Branca
(Kate Portela)
Era uma vez uma pombinha.
Até bonitinha.
Branquinha, branquinha.
Mas ela não queria a paz,
Ela queria sempre mais...
Não bastava o azul do céu,
Ela queria porque queria ganhar um valioso anel.
Ela não queria a paz,
Ela queria sempre mais...
Não bastava o sol amarelo,
Ela queria porque queria poder usar um chinelo.
Ela não queria a paz,
Ela queria sempre mais...
Não bastava o vermelho da rosa,
Ela queria porque queria implicar com a Mimosa.
Ela não queria a paz,
Ela queria sempre mais...
Não bastava a estrela prateada,
Ela queria porque queria comer feijoada.
Ela não queria a paz,
Ela queria sempre mais...
Não bastava a lua branquinha,
Ela queria porque queria o namorado da vizinha.
Ela não queria a paz,
Ela queria sempre mais...
Não bastava sonhar com um colorido cometa,
Ela queria porque queria fazer uma careta.
Ela não queria a paz,
Ela queria sempre mais...
Não bastava comer verdes goiabas,
Ela queria porque queria liderar boiadas.
Ela não queria a paz,
Ela queria sempre mais...
Até que um dia ela não aguentava mais,
Ela se sentia tão incapaz!
Mas conheceu um menino que doava paz.
Ele conversava com os animais.
E amava o irmão Sol.
E admirava o arrebol.
E, de repente, a pombinha virou criança,
E até conheceu a Dona Esperança!
E até conheceu o Divino!
E tudo por causa de um menino.
Outro que amava mais:
Francisco da Paz!
terça-feira, 27 de maio de 2014
domingo, 20 de abril de 2014
Meu neném faz bem
Sou um bebê,
Imagine você!
Quero fazer o bem,
Mesmo sendo um neném!
Eu vou vestir a camisa do time:
Para que o papai se anime!
E eu vou fazer o bem,
Mesmo sendo um neném!
Eu vou bater palma de madrugada:
A mamãe sempre se agrada!
E eu vou fazer o bem,
Mesmo sendo um neném!
Eu vou visitar a vovó:
Serei sempre o seu xodó!
E eu vou fazer o bem,
Mesmo sendo um neném!
Eu vou dar um ‘upa’ na titia:
Sei alegrá-la com maestria!
E eu vou fazer o bem,
Mesmo sendo um neném!
Eu vou agradecer o presente do padrinho:
Afinal, já fiz um aninho!
E eu vou fazer o bem,
Mesmo sendo um neném!
Eu vou bagunçar com a prima:
Ela fala sempre com rima!
E eu vou fazer o bem,
Mesmo sendo um neném!
Eu vou brincar com o amiguinho:
Sei empurrar o caminhão direitinho!
E eu vou fazer o bem,
Mesmo sendo um neném!
Eu vou visitar a igreja:
E até ouvir música sertaneja!
E eu vou fazer o bem,
Mesmo sendo um neném!
Eu vou ouvir muita história:
E até comer chicória!
E eu vou fazer o bem,
Mesmo sendo um neném!
Eu vou fazer aula de natação:
Ficar bem bonito de roupão!
E eu vou fazer o bem,
Mesmo sendo um neném!
Eu nem vou assistir à televisão:
Quero espalhar meus livros pelo chão!
E eu vou fazer o bem,
Mesmo sendo um neném!
Sou um bebê,
Imagine você!
Quero fazer o bem,
Mesmo sendo um neném!
Faça você também!...
Imagine você!
Quero fazer o bem,
Mesmo sendo um neném!
Eu vou vestir a camisa do time:
Para que o papai se anime!
E eu vou fazer o bem,
Mesmo sendo um neném!
Eu vou bater palma de madrugada:
A mamãe sempre se agrada!
E eu vou fazer o bem,
Mesmo sendo um neném!
Eu vou visitar a vovó:
Serei sempre o seu xodó!
E eu vou fazer o bem,
Mesmo sendo um neném!
Eu vou dar um ‘upa’ na titia:
Sei alegrá-la com maestria!
E eu vou fazer o bem,
Mesmo sendo um neném!
Eu vou agradecer o presente do padrinho:
Afinal, já fiz um aninho!
E eu vou fazer o bem,
Mesmo sendo um neném!
Eu vou bagunçar com a prima:
Ela fala sempre com rima!
E eu vou fazer o bem,
Mesmo sendo um neném!
Eu vou brincar com o amiguinho:
Sei empurrar o caminhão direitinho!
E eu vou fazer o bem,
Mesmo sendo um neném!
Eu vou visitar a igreja:
E até ouvir música sertaneja!
E eu vou fazer o bem,
Mesmo sendo um neném!
Eu vou ouvir muita história:
E até comer chicória!
E eu vou fazer o bem,
Mesmo sendo um neném!
Eu vou fazer aula de natação:
Ficar bem bonito de roupão!
E eu vou fazer o bem,
Mesmo sendo um neném!
Eu nem vou assistir à televisão:
Quero espalhar meus livros pelo chão!
E eu vou fazer o bem,
Mesmo sendo um neném!
Sou um bebê,
Imagine você!
Quero fazer o bem,
Mesmo sendo um neném!
Faça você também!...
sexta-feira, 18 de abril de 2014
Vitinho, o Patinho
Era uma vez um patinho.
Desses bem amarelinhos...
Mas ele era diferente.
Ele não queria nadar.
Ele queria aprontar!
Tirar tudo do lugar.
Bagunçar.
Jogar tudo no chão.
Comer sabão.
Mas o que ele mais queria...
Era atenção!
Porque mamãe nadava.
Porque papai nadava.
Porque vovó nadava.
E nada!
Então, papai, mamãe e vovó fizeram uma combinação:
Colocar a arte em ação!
Valorizar o dia a dia,
Brincando de poesia!
Comer mingau,
Com o papai fazendo Au-Au!
Tomar a mamadeira,
Com a mamãe fazendo bobeira!
Trocar a fralda suja,
Com a vovó imitando a coruja!
Jogar beijo para um cometa,
E acordar já fazendo careta!
Soprar bolinhas de sabão,
E brincar até com o Bicho-Papão!
Esquecer a televisão de repente,
E ler um livro de trás pra frente!
Ouvir canções,
Junto com a Branca de Neve e os Sete Anões!
Tomar banho que nem o Cascão,
Sem água nem sabão!
E nem sentir passar o dia,
Apenas se vestir de Fantasia!
Viva a Magia!...
terça-feira, 3 de dezembro de 2013
Galinho
Era uma vez um galinho.
Mas ele era diferente.
Quando o sol nascia, ele não fazia cocoricó.
Ele fazia coricocó.
Os outros galos não gostavam nada, nada.
E o corrigiam:
- Cocoricó!
Mas o galinho fazia:
- Coricocó!
E os outros galos faziam cara feia!
E tudo lhes foi ficando feio.
Eles já não admiravam a flor desabrochando.
Faziam cara feia!
-Coricocó!
- Cocoricó!
Eles já não admiravam as estrelas brilhando no céu.
Faziam cara feia!
- Coricocó!
-Cocoricó!
Eles já não admiravam as abelhas fabricando o mel.
Faziam cara feia!
- Coricocó!
- Cocoricó!
Até que um dia apareceu outro galinho que fazia:
- Cococori!
E ele ficou amigo do galinho que fazia:
-Coricocó!
Eles uniram o seu canto em um só:
- Cococoricoricocó!
Em pouco tempo, apareceram outros galinhos, que os imitavam:
- Cococoricoricocó!
E lhes faziam cara bonita.
Então, os outros galos desisitiram de corrigi-los.
Apenas faziam cara feia.
E perdiam as 'bonitezas' da vida...
Cococori!
Coricocó!
Cocoricó!
Porque o sol nasce para todos!
Mas ele era diferente.
Quando o sol nascia, ele não fazia cocoricó.
Ele fazia coricocó.
Os outros galos não gostavam nada, nada.
E o corrigiam:
- Cocoricó!
Mas o galinho fazia:
- Coricocó!
E os outros galos faziam cara feia!
E tudo lhes foi ficando feio.
Eles já não admiravam a flor desabrochando.
Faziam cara feia!
-Coricocó!
- Cocoricó!
Eles já não admiravam as estrelas brilhando no céu.
Faziam cara feia!
- Coricocó!
-Cocoricó!
Eles já não admiravam as abelhas fabricando o mel.
Faziam cara feia!
- Coricocó!
- Cocoricó!
Até que um dia apareceu outro galinho que fazia:
- Cococori!
E ele ficou amigo do galinho que fazia:
-Coricocó!
Eles uniram o seu canto em um só:
- Cococoricoricocó!
Em pouco tempo, apareceram outros galinhos, que os imitavam:
- Cococoricoricocó!
E lhes faziam cara bonita.
Então, os outros galos desisitiram de corrigi-los.
Apenas faziam cara feia.
E perdiam as 'bonitezas' da vida...
Cococori!
Coricocó!
Cocoricó!
Porque o sol nasce para todos!
quinta-feira, 17 de outubro de 2013
Feliz dia dos professores!...
Dia dos professores
(Kate Lúcia Portela)
Professor:aquele que professa publicamente a sua crença.
Definição poética.
Filosófica.
Etimológica.
Professar publicamente a crença na educação.
Professar publicamente a crença na cidadania.
Professar publicamente a crença nos valores humanos.
Professor: aquele cuja missão é transformar as tais escolas-gaiolas em escolas-asas.
Voar na amplidão da leitura.
Voar na imensidão das culturas.
Voar, pois “nada é pesado para quem tem asas”.
Professor: aquele cuja missão é alimentar ideais.
Sonhos.
Projetos.
Fantasias.
Professor: aquele cuja missão é lutar.
Batalhar.
Resistir.
Formar, Reformar, Informar... Transformar.
Professor: aquele cuja missão é acordar sentimentos.
Como o respeito,
Como a admiração.
E o nosso desejo de lhes desejar um feliz dia dos professores!
Parabéns, queridos mestres!...
(Kate Lúcia Portela)
Professor:aquele que professa publicamente a sua crença.
Definição poética.
Filosófica.
Etimológica.
Professar publicamente a crença na educação.
Professar publicamente a crença na cidadania.
Professar publicamente a crença nos valores humanos.
Professor: aquele cuja missão é transformar as tais escolas-gaiolas em escolas-asas.
Voar na amplidão da leitura.
Voar na imensidão das culturas.
Voar, pois “nada é pesado para quem tem asas”.
Professor: aquele cuja missão é alimentar ideais.
Sonhos.
Projetos.
Fantasias.
Professor: aquele cuja missão é lutar.
Batalhar.
Resistir.
Formar, Reformar, Informar... Transformar.
Professor: aquele cuja missão é acordar sentimentos.
Como o respeito,
Como a admiração.
E o nosso desejo de lhes desejar um feliz dia dos professores!
Parabéns, queridos mestres!...
quarta-feira, 14 de agosto de 2013
1001
Era uma vez Maria.
Era uma vez João.
Eles eram da turma 1001.
E eles se gostavam...
João gostava de quando Maria colocava uma florzinha nos cabelos.
Maria gostava de quando João colocava um boné colorido.
E eles se gostavam...
João gostava de quando Maria fazia bonecas de lata.
Maria gostava de quando João fazia aviõezinhos de papel.
E eles se gostavam...
João gostava de quando Maria brincava de pular corda.
Maria gostava de quando João brincava de bolinhas de gude.
E eles se gostavam...
João gostava de quando Maria comia sonho de padaria.
Maria gostava de quando João comia maçã do amor.
E eles se gostavam...
João gostava de quando Maria lia contos de fadas.
Maria gostava de quando João lia histórias de terror.
E eles se gostavam...
Mas havia um problema.
Maria gostava de Matemática.
João, não.
Maria gostava de gelatina.
João, não.
Maria gostava de poesia.
João, não.
Maria gostava de massinha.
João, não.
Então, João acabou mudando de turma.
E conheceu Joana.
Joana não gostava de Matemática.
Joana não gostava de gelatina.
Joana não gostava de poesia.
Joana não gostava de massinha.
Joana gostava de João.
Mas...
João gostava de Maria.
E encontrou 1001 motivos para voltar pra sua turma.
Maria e João.
João e Maria.
E eles se gostavam...
Era uma vez João.
Eles eram da turma 1001.
E eles se gostavam...
João gostava de quando Maria colocava uma florzinha nos cabelos.
Maria gostava de quando João colocava um boné colorido.
E eles se gostavam...
João gostava de quando Maria fazia bonecas de lata.
Maria gostava de quando João fazia aviõezinhos de papel.
E eles se gostavam...
João gostava de quando Maria brincava de pular corda.
Maria gostava de quando João brincava de bolinhas de gude.
E eles se gostavam...
João gostava de quando Maria comia sonho de padaria.
Maria gostava de quando João comia maçã do amor.
E eles se gostavam...
João gostava de quando Maria lia contos de fadas.
Maria gostava de quando João lia histórias de terror.
E eles se gostavam...
Mas havia um problema.
Maria gostava de Matemática.
João, não.
Maria gostava de gelatina.
João, não.
Maria gostava de poesia.
João, não.
Maria gostava de massinha.
João, não.
Então, João acabou mudando de turma.
E conheceu Joana.
Joana não gostava de Matemática.
Joana não gostava de gelatina.
Joana não gostava de poesia.
Joana não gostava de massinha.
Joana gostava de João.
Mas...
João gostava de Maria.
E encontrou 1001 motivos para voltar pra sua turma.
Maria e João.
João e Maria.
E eles se gostavam...
quarta-feira, 17 de julho de 2013
As figurinhas de João
Era uma vez um menino.
João.
Ele colecionava figurinhas: 1, 2, 10, 30, 50...
João queria ter um milhão de figurinhas.
Figurinhas de gente.
Crianças.
Jovens.
Adultos.
Idosos.
Ele as carregava na mochila.
Nunca ficava sem elas.
Dormia com elas.
Sonhava com elas.
Acordava com elas.
As figurinhas eram as únicas amigas de João.
Até que, um dia, ele conheceu Joana.
Ela tinha 1, 2, 10, 30, 50... amigos.
Joana queria ter um milhão de amigos.
João ficou encantado com o jeitinho de Joana.
Ela cumprimentava as pessoas alegremente: “Bom dia”, “Boa tarde”,Boa noite”.
Ela usava as palavras mágicas: “Obrigada”, “Com licença”, “Por favor”.
Joana virou a amiga número 1 de João.
E ele dividiu com ela suas figurinhas de gente.
E com os outros amigos que vieram depois.
Dizem que eram quase um milhão...
João.
Ele colecionava figurinhas: 1, 2, 10, 30, 50...
João queria ter um milhão de figurinhas.
Figurinhas de gente.
Crianças.
Jovens.
Adultos.
Idosos.
Ele as carregava na mochila.
Nunca ficava sem elas.
Dormia com elas.
Sonhava com elas.
Acordava com elas.
As figurinhas eram as únicas amigas de João.
Até que, um dia, ele conheceu Joana.
Ela tinha 1, 2, 10, 30, 50... amigos.
Joana queria ter um milhão de amigos.
João ficou encantado com o jeitinho de Joana.
Ela cumprimentava as pessoas alegremente: “Bom dia”, “Boa tarde”,Boa noite”.
Ela usava as palavras mágicas: “Obrigada”, “Com licença”, “Por favor”.
Joana virou a amiga número 1 de João.
E ele dividiu com ela suas figurinhas de gente.
E com os outros amigos que vieram depois.
Dizem que eram quase um milhão...
sábado, 13 de julho de 2013
Alice
Em um lugar qualquer, em um tempo qualquer, existiu uma boneca.
Bonitinha.
Engraçadinha.
Fofinha.
Mas ela tinha um defeito de fabricação: era maluquinha.
Só faltava uma panela na cabeça.
Ela tinha ideias.
Alice queria colorir o sol de muitas cores.
Azul.
Verde.
Vermelho.
Lilás.
Preto.
Alice queria fazer chover flores.
Margaridas.
Rosas.
Violetas.
Cravos.
Girassóis.
Alice queria misturar as histórias.
Cinderela adormecida.
Branca de Neve e os três porquinhos.
Rapunzel no país das maravilhas.
Chapeuzinho Vermelho e a Fera.
Alice queria preparar saladas doidinhas.
Alface com sorvete e milho.
Agrião com algodão doce e ervilha.
Rúcula com jujubas e palmito.
Chicória com pudim e azeitonas.
Alice queria fazer o casamento dos animais.
A girafa com o caramujo.
O hipopótamo com a formiga.
O elefante com a barata.
O leão com a mosca.
Alice queria virar o mundo do lado avesso.
Mas era só uma boneca.
Bonitinha.
Engraçadinha.
Fofinha.
Até que, um dia, ela descobriu que tinha poderes mágicos.
Sinsalamin!
Alakazan!
E... zás!
Lá estava o mundo do lado avesso.
O mundo de Alice?
O mundo do era uma vez.
Era uma vez o Pinóquio...
Era uma vez o Lobo Mau...
Era uma vez o Cebolinha...
Era uma vez o tio Patinhas...
Era uma vez... você!
Venha fazer parte dessa história...
Leia , leia mais!...
Bonitinha.
Engraçadinha.
Fofinha.
Mas ela tinha um defeito de fabricação: era maluquinha.
Só faltava uma panela na cabeça.
Ela tinha ideias.
Alice queria colorir o sol de muitas cores.
Azul.
Verde.
Vermelho.
Lilás.
Preto.
Alice queria fazer chover flores.
Margaridas.
Rosas.
Violetas.
Cravos.
Girassóis.
Alice queria misturar as histórias.
Cinderela adormecida.
Branca de Neve e os três porquinhos.
Rapunzel no país das maravilhas.
Chapeuzinho Vermelho e a Fera.
Alice queria preparar saladas doidinhas.
Alface com sorvete e milho.
Agrião com algodão doce e ervilha.
Rúcula com jujubas e palmito.
Chicória com pudim e azeitonas.
Alice queria fazer o casamento dos animais.
A girafa com o caramujo.
O hipopótamo com a formiga.
O elefante com a barata.
O leão com a mosca.
Alice queria virar o mundo do lado avesso.
Mas era só uma boneca.
Bonitinha.
Engraçadinha.
Fofinha.
Até que, um dia, ela descobriu que tinha poderes mágicos.
Sinsalamin!
Alakazan!
E... zás!
Lá estava o mundo do lado avesso.
O mundo de Alice?
O mundo do era uma vez.
Era uma vez o Pinóquio...
Era uma vez o Lobo Mau...
Era uma vez o Cebolinha...
Era uma vez o tio Patinhas...
Era uma vez... você!
Venha fazer parte dessa história...
Leia , leia mais!...
terça-feira, 9 de julho de 2013
A Bela e a Fera
Dizem que beleza é fundamental...
Mas que dizer de Bela?
A princesa apaixonou-se por uma Fera.
Este conto de fadas é permeado pela dicotomia entre beleza externa versus beleza interna.
Então, cabem as perguntas: que valores adotamos, que ideais acalentamos?
A beleza exterior acima de tudo?
Queremos, a todo custo, nos enquadrar no padrão de beleza imposto pela sociedade?
Afinal, isso influencia significativamente em nossa prática pedagógica.
Já presenciei cenas de deboche na escola, relacionadas ao físico de uma aluna.
Por parte de alguns alunos.
Por parte de alguns professores.
Então, cabem as perguntas: que valores transmitimos aos nossos alunos, que ideais propagamos?
Devemos estar sempre vigilantes.
Somos um espelho.
Mas não um espelho que reflete a aparência das pessoas.
Somos um espelho, pois refletimos o tão necessário senso crítico.
Diz o adágio popular que beleza não põe mesa.
De fato, relativizar o conceito de beleza é uma atitude saudável e inteligente.
A inteligência é bela...
A virtude é bela...
A cultura é bela...
A arte é bela...
Mas, sobretudo, a vida é bela!...
quarta-feira, 3 de julho de 2013
Mãozinha do Vitinho
Pega, pega , pega!
Mãozinha de bebê...
Inquieta!
Quer pegar a fralda,
Quer pegar o sabonete,
Quer pegar o cotonete!
Pega, pega, pega!
E não deixe de pegar:
Livros.
Algodão doce.
Estrelas.
Flores.
Cometas.
Pega, pega, pega!
E aprenda a mandar beijinhos,
Querida mãozinha!
E aprenda a fazer cafuné,
Querida mãozinha!
E aprenda a pedir silêncio,
Querida mãozinha!
Pega, pega, pega!
Pega um grãozinho de gritinhos,
Pega um grãozinho de soninho,
Pega um grãozinho de soluços,
Pega um grãozinho de chorinho,
Pega, pega, pega!
E plante no coração da mamãe e do papai!
Pega, pega, pega!
Pega esse bebezinho...
Pega, pega, pega!
Mas pega no colinho!
Mãozinha de bebê...
Inquieta!
Quer pegar a fralda,
Quer pegar o sabonete,
Quer pegar o cotonete!
Pega, pega, pega!
E não deixe de pegar:
Livros.
Algodão doce.
Estrelas.
Flores.
Cometas.
Pega, pega, pega!
E aprenda a mandar beijinhos,
Querida mãozinha!
E aprenda a fazer cafuné,
Querida mãozinha!
E aprenda a pedir silêncio,
Querida mãozinha!
Pega, pega, pega!
Pega um grãozinho de gritinhos,
Pega um grãozinho de soninho,
Pega um grãozinho de soluços,
Pega um grãozinho de chorinho,
Pega, pega, pega!
E plante no coração da mamãe e do papai!
Pega, pega, pega!
Pega esse bebezinho...
Pega, pega, pega!
Mas pega no colinho!
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